G1
Morreram 7 policiais e principal suspeito de matar sete pessoas degoladas em fazenda de Doverlândia.
Segundo sites nacionais, o helicóptero caiu no final da tarde na zona rural de Piranhas após deixar a cidade de Dorvelândia, onde no final de abril sete pessoas foram mortas em uma chacina. As causas ainda são desconhecidas. Corpos foram encontrados carbonizados.
Há suspeita de que a aeronave, que retornava para a capital Goiânia após a reconstituição do crime, tenha explodido no ar.
Ela saiu da revisão na última segunda-feira.
Há suspeita de que a aeronave, que retornava para a capital Goiânia após a reconstituição do crime, tenha explodido no ar.
Ela saiu da revisão na última segunda-feira.
Estavam na aeronave, além do delegado piauiense: Bruno Rosa Carneiro (delegado e chefe-adjunto do Grupo Aeropolicial), o piloto da aeronave Osvalmir Carrasco Melati Júnior (Delegado – Chefe do Grupo Aeropolicial), Jorge Moreira da Silva (Delegado Titular da Delegacia Estadual de Repressão a Roubos de Cargas), Vinícius Batista da Silva (Delegado – Titular da delegacia de Iporá), Marcel de Paula Oliveira (Perito criminal – Lotado em Quirinópolis), Fabiano de Paula Silva (Perito Criminal – Lotado em Iporá) e o acusado da chacina Aparecido de Souza Alves, 23 anos.
A chacina
No dia 28 de abril, sete pessoas foram degoladas em uma fazenda na cidade de Doverlândia, 340 quilômetros distante de Goiânia. Foram mortos o proprietário da fazenda, um filho de 22 anos, um empregado e quatro vizinhos que foram entregar um presente de casamento. Os corpos foram achados dentro de um banheiro por outros vizinhos e nas proximidades.
Da Redação (com informações do IG e Goiásnet)
redacao@cidadeverde.com
08/05/2012 19h23 – Atualizado em 08/05/2012 22h59
Queda de helicóptero mata oito pessoas em Goiás, diz polícia
Entre as vítimas, está o principal suspeito da chacina em Doverlândia.
Cinco delegados e dois peritos participavam da reconstituição das mortes.
Gabriela Lima e Humberta Carvalho Do G1 GO

A Polícia Civil confirmou, na noite desta terça-feira (8), a morte dos oito ocupantes do helicóptero que caiu durante esta tarde a 35 quilômetros de Piranhas, no sudoeste de Goiás. A aeronave transportava para Goiânia os participantes da reconstituição da chacina que aconteceu no último dia 28 e deixou sete vítimas na cidade de Doverlândia.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, as vítimas são: o superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; os delegados Bruno Rosa Carneiro, Osvalmir Carrasco Melati Júnior, Jorge Moreira da Silva e Vinícius Batista da Silva; os peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva; além do principal suspeito do crime, Aparecido de Souza Alves, 22 anos.

Até as 22h desta terça, dois corpos haviam sido localizados, segundo o Corpo de Bombeiros. Um deles estava dentro dos destroços, carbonizado, e o outro próximo à aeronave. Eles devem ser trazidos para o Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia ainda nesta madrugada.
Equipes de Iporá e Rio Verde participam do resgate. A corporação vai montar um centro de comandos no local com geradores de energia para facilitar o trabalho de localização e remoção dos corpos (veja vídeo ao lado).
ReconstituiçãoA Polícia Civil de Goiás retomou, na manhã desta terça-feira, a reconstituição da chacina. O crime aconteceu no dia 28 de abril, em uma fazenda onde sete pessoas morreram degoladas.
O superintendente da Polícia Judiciária em Goiás, o delegado Antônio Gonçalves, e o delegado deDoverlândia, Vinícius da Silva, estavam responsáveis por conduzir o segundo dia dos trabalhos de reprodução simulada dos fatos. Na primeira parte da reconstituição, realizada na última quinta-feira (3) com a coordenação da delegada-geral de Polícia Civil, Adriana Accorsi, os investigadores teatralizaram, com ajuda de dublês, as duas primeiras mortes: do proprietário da fazenda e do filho dele, mortos dentro da casa.
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Nesta terça, a polícia decidiu usar manequins para representar as cinco vítimas mortas na área externa da propriedade. Segundo Antônio Gonçalves, o mudança tem como objetivo facilitar os trabalhos. “Nestas cenas, os corpos serão arrastados no pasto. Com manequins fica mais fácil”, explicou o delegado.
Suspeito
Assim como no primeiro dia da reconstituição, o principal suspeito do crime, Aparecido Souza Alves, 22 anos, foi a Doverlândia acompanhar os trabalhos. “Ele vai falando o que aconteceu, enquanto os peritos vão encenando, filmando e fotografando”, detalha Gonçalves. Segundo ele, como não há nenhuma testemunha visual dos fatos, essa é uma importante prova técnica para desvendar o caso.
Assim como no primeiro dia da reconstituição, o principal suspeito do crime, Aparecido Souza Alves, 22 anos, foi a Doverlândia acompanhar os trabalhos. “Ele vai falando o que aconteceu, enquanto os peritos vão encenando, filmando e fotografando”, detalha Gonçalves. Segundo ele, como não há nenhuma testemunha visual dos fatos, essa é uma importante prova técnica para desvendar o caso.

Aparecido, que confessou ser o autor da chacina, chegou a dizer que matou as sete vítimas sozinho. Mas, durante o primeiro dia da reconstituição, disse ter tido ajuda no pai durantes as execuções. A hipótese, apesar de ainda estar sendo investigada, é considerada “difícil”, pela polícia. “O pai dele alega que esteve em uma cooperativa até as 15h. Ele teria que ter andado 15 quilômetros a pé em menos de uma hora para estar na fazenda na hora em que o crime começou”, disse o superintendente na segunda-feira (7).
No mesmo dia, Aparecido passou por novos exames psicólogos. O objetivo era traçar o perfil psicológico do suspeito, que já havia mudado a versão dos fatos por diversas vezes, tanto sobre a participação de pessoas quanto à motivação. A única certeza da polícia era que o jovem cometeu os crimes, pois com ele a polícia encontrou o celular de uma das vítimas, roupas sujas de terra e de sangue, além dele ter deixado na casa do pai duas armas, uma delas roubada na fazenda.
Crime
No último dia 28 de abril, sete pessoas foram degoladas em uma fazenda na zona rural de Doverlândia. Morreram o dono da fazenda e o filho dele, um caseiro da propriedade e dois casais que haviam ido visitar o fazendeiro. Três pessoas estão presas. Segundo a polícia, eles foram ouvidos e negaram participação no crime.
No último dia 28 de abril, sete pessoas foram degoladas em uma fazenda na zona rural de Doverlândia. Morreram o dono da fazenda e o filho dele, um caseiro da propriedade e dois casais que haviam ido visitar o fazendeiro. Três pessoas estão presas. Segundo a polícia, eles foram ouvidos e negaram participação no crime.



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