"Informo a todos que foi criado um facebook fraudulento com a indevida utilização de meu nome, espaço através do qual vem sendo postadas supostas notícias de minha vida pessoal e que dizem respeito a assunto compartilhado restritamente, em reservado grupo do condomínio onde resido".
"O conteúdo das postagens faz referência a desabafos ocorridos em circunstância de desentendimentos familiares e carregados, portanto, de compreensível carga emocional que só o tempo é capaz de apaziguar, eis que diz respeito à dolorosa frustração de se constatar a deslealdade de onde menos se espera".
"Repudio a má-fé utilizada pelos desocupados que criaram o facebook comprovadamente falso, para fins de inescrupulosa divulgação de assuntos de natureza estritamente privada e, desde já, buscarei os meios legais para que se identifique o responsável."
"Informo que o incidente em nada se confunde com a vida funcional desta servidora que, aliás, possui carreira isenta de qualquer mácula. Como operadora da Segurança Pública deste Estado, seguirei em frente, prestando o serviço de qualidade que me compete e responsabilizando-me por minhas palavras e atos, seja no trabalho ou fora dele, acreditando sempre na ética mesmo que, para muitos, esta pareça apenas mais uma palavra no vocabulário brasileiro."
Hoje, 21 de maio, foi o assunto mais comentado nas redes sociais, especialmente nos grupos de WhatsApp. A polícia vai investigar de onde surgiu o material para responsabilizar, criminalmente, os culpados. Na postagem criminosa é possível entender que o propósito era fazer o público entender que a Dr. Sheila teria se envolvido em problema de ordem passional, o que ela nega. Confira a postagem criminosa (enviada pelo leitor do blog).



ura
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