O episódio é manchete em vários portais do país. Em suma, estudantes e professores estariam ‘incomodados’ com a presença da policial e sua arma à mostra, como se isso fosse algum sinal de perigo (se assim o for, por que acionamos policiais armados quando achamos oportuno?).
De acordo com algumas versões, a PM teria sido orientada a deixar a arma no interior do seu veículo. Ela, sabiamente, negou. Como não havia outra alternativa, a policial preferiu ir embora e perder a aula.
Para quem ainda não ‘se tocou’, é muito mais fácil um bandido arrombar um carro num estacionamento do que tomar a arma de um policial dentro de uma universidade.
Em outras palavras: os bandidos sabem que a maioria dos policiais portam suas armas onde quer que estejam (e assim deve ser) e, por isso, preferem até manter distância. Se a bandidagem tomar conhecimento de que o armamento fica dentro dos veículos, um abraço... Serão mais armas em mãos erradas. E mais crimes contra a sociedade.
PROTESTO
Devido ao episódio, a Associação programou para essa sexta-feira, 5 de setembro, um ato público em frente à Universidade, como forma de “abrir a cabeça” dos que, embora vivam no país campeão mundial em número de assassinatos, ainda adotam postura como essa.
Cuidemos para que o caso não vire ‘moda’. Lugar de arma é colado no corpo do seu/sua proprietário(a).
será que alguem dentro dessa sala de aula já teve passagem pela policia?:
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